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Manual de Uso

Guia completo de análises, ferramentas e planejamento estratégico

Com Sebastian (Gestão Estratégica) e Benjamin (Gestão Operacional) — sua dupla de consultores com Inteligência Artificial

SebastIAn — Consultor facilita.ia
SebastIAn · Estratégico
Benjamin — Consultor operacional facilita.ia
Benjamin · Operacional

🗺️ Ordem de Execução Recomendada

Para que a SebastIAn tenha contexto suficiente em cada etapa, siga esta sequência:

  1. 1.
    Diagnósticos — Greiner → Maturidade de Gestão → Diagnóstico de Governança → OCF
    Estabelece o contexto organizacional base para todas as análises posteriores.
  2. 2.
    Análises Estratégicas — SWOT → PESTEL → Porter → VRIO → Ansoff
    A SWOT é a mais importante — alimenta as demais análises estratégicas.
  3. 3.
    Ferramentas de Gestão — GUT · Registro de Riscos · BMC · Ishikawa · 5W2H · PDCA
    Use conforme a necessidade — sem ordem obrigatória e sem periodicidade fixa.
  4. 4.
    Planejamento Estratégico — BSC → OKR → KPI
    O BSC consolida toda a estratégia. OKR e KPI derivam do BSC.
Módulo Categoria Periodicidade Padrão
Curva de Greiner Diagnóstico Anual
Maturidade de Gestão Diagnóstico Anual
Diagnóstico de Governança Diagnóstico Anual
Análise SWOT Análise Estratégica Semestral
Análise PESTEL Análise Estratégica Anual
5 Forças de Porter Análise Estratégica Anual
Análise VRIO Análise Estratégica Anual
Matriz de Ansoff Análise Estratégica Anual
Matriz GUT Ferramenta de Gestão Sem periodicidade
Registro de Riscos Ferramenta de Gestão Sem periodicidade
Business Model Canvas Ferramenta de Gestão Sem periodicidade
Diagrama Ishikawa Ferramenta de Gestão Sem periodicidade
Plano 5W2H Ferramenta de Gestão Sem periodicidade
Ciclo PDCA Ferramenta de Gestão Sem periodicidade
Capítulo 1

Bem-vindo ao facilita.ia

O facilita.ia é uma plataforma de consultoria estratégica potencializada por Inteligência Artificial. Nossa missão é democratizar o acesso a ferramentas e metodologias de gestão que antes estavam disponíveis apenas para grandes empresas com orçamentos milionários.

Com o facilita.ia, empresários, gestores e suas equipes têm à disposição um arsenal completo de análises estratégicas, ferramentas de gestão e frameworks de planejamento — tudo integrado com IA para gerar insights personalizados ao contexto de cada negócio.

✨ O que você vai encontrar neste manual:

  • ✔ A origem e história de cada ferramenta e análise
  • ✔ Para que serve e quando usar cada metodologia
  • ✔ Como utilizar o facilita.ia para cada análise passo a passo
  • ✔ Como a IA do SebastIAn auxilia em cada etapa
🩺

DIAGNÓSTICOS

4 módulos

🧭

ANÁLISES

5 módulos

🔧

FERRAMENTAS

6 módulos

🎯

ESTRATÉGIA

3 módulos

Capítulo 2

Conheça Sebastian e Benjamin

Sua dupla de consultores com Inteligência Artificial. Cada um responde o que faz de melhor — e juntos cobrem estratégia e execução.

Sebastian

Sebastian

Gestão Estratégica

Horizonte de médio e longo prazo. Posicionamento, diagnóstico, maturidade, vantagem competitiva, cultura e governança. Tom de consultor sênior, orientado a resultados.

🧭 Ferramentas sob responsabilidade do Sebastian

  • • Curva de Greiner, OCF, Maturidade, Governança
  • • SWOT, PESTEL, Porter, VRIO, Ansoff
  • • Business Model Canvas, Facilita Score
  • • Chat estratégico, dicas diárias, newsletter

Quando identifica algo que exige ação imediata, ele sinaliza que o Benjamin é quem deve conduzir.

Benjamin

Benjamin

Gestão Operacional

Horizonte de curto prazo. Execução, plano de ação, controle de riscos, rotina, causa-raiz, auditorias e indicadores do dia-a-dia. Tom de gestor da qualidade, pragmático e direto.

🔧 Ferramentas sob responsabilidade do Benjamin

  • • Matriz GUT, Registro de Riscos
  • • 5W2H, PDCA, Ishikawa
  • • CAPA / Não-conformidades, Auditorias Internas
  • • Eventos Adversos (saúde), Cronograma Consolidado

Quando surge um tema de estratégia ou cultura de longo prazo, ele devolve a bola para o Sebastian.

⚙️ Engine compartilhado

Ambos são alimentados pelos mesmos modelos de linguagem de ponta — Claude (Anthropic), Mistral AI, Gemini, Groq e OpenAI — com rotação automática entre provedores em caso de indisponibilidade, e leem o mesmo contexto da sua organização: setor, porte, diagnósticos, histórico de KPIs, fase de crescimento.

Na tela de chat, um toggle permite alternar entre os dois a qualquer momento. Cada mensagem é marcada com um badge indicando qual assistente respondeu, e os relatórios das ferramentas já trazem o avatar e a cor do assistente responsável (teal para Sebastian, emerald para Benjamin).

📬 O Sebastian também age sozinho

Além do chat, o Sebastian executa três rotinas proativas — você não precisa pedir, ele entrega:

  • Recomendador de Normas: analisa o setor, porte, normas vigentes e diagnósticos do cliente e sugere as próximas normas a perseguir. Cada recomendação vem com um rationale escrito pela IA explicando o porquê — não é lista genérica.
  • Saúde da Acreditação: painel com semáforo por dimensão (cobertura clausular, evidências vencendo, NCs em aberto, indicadores assistenciais, satisfação). Um olhar e o gestor da qualidade sabe onde focar a semana.
  • Segunda do Consultor: toda segunda-feira, e-mail (e card no portal) com o digest da semana — destaques do diagnóstico, KPIs em risco, próximos passos sugeridos e uma reflexão estratégica. É o consultor sênior virtual chegando antes do café.

Todas as rotinas são silenciosas quando não há nada relevante — sem ruído.

🏢 Hierarquia Multi-Unidade (matriz + filiais)

Redes operam sob uma matriz que contrata e gerencia filiais com CNPJ próprio. Cada filial tem plano e cobrança Asaas independentes; standards, documentos e auditorias permanecem escopados por CNPJ.

  • Switcher de unidade no header (só para master da matriz) — alterna sem logout
  • Acesso transparente: master da matriz tem read+write em todas as filiais
  • Nova unidade via Sidebar → Organização → Unidades → "Nova unidade" — cadastra CNPJ, escolhe plano, gera 1ª fatura Asaas
  • Filial isolada continua possível: usuários vinculados à filial seguem com escopo restrito

Profundidade atual: 1 nível (matriz → filiais). Sem netos.

🩺 Diagnósticos

Os diagnósticos mapeiam a situação atual da empresa antes de qualquer planejamento.

SebastIAn diagnósticos
📈
DIAGNÓSTICO Capítulo 3

Curva de Greiner

Em que fase de crescimento está sua empresa?

📜 Origem e História

O modelo foi criado por Larry Greiner e publicado na Harvard Business Review em 1972, no artigo "Evolution and Revolution as Organizations Grow". Greiner observou que empresas passam por fases previsíveis de crescimento (evoluções) interrompidas por crises (revoluções) que, se superadas, levam ao próximo estágio.

🎯 Para que serve

Identificar o estágio atual de maturidade organizacional da empresa e antecipar a próxima crise de crescimento, preparando a liderança para as transformações necessárias.

📊 14 Dimensões Avaliadas

Liderança e papel dos fundadores
Estrutura organizacional
Foco da gestão
Processo de tomada de decisão
Sistemas de Informação e Tecnologia
Controles e Indicadores de Desempenho
Clima Organizacional e Motivação
Remuneração e Benefícios
Padronização e Controle de Processos
Comunicação Interna
Comunicação e Posicionamento Externo
Gestão de Pessoas e RH
Cultura e Valores Organizacionais
Inovação e Adaptabilidade

Cada dimensão é avaliada de 1 (início) a 5 (avançado). O radar resultante mostra o perfil completo da organização.

📊 As 5 Fases de Greiner

1 Criatividade → Crise de Liderança
2 Direção → Crise de Autonomia
3 Delegação → Crise de Controle
4 Coordenação → Crise de Burocracia
5 Colaboração → Crise de Crescimento

📋 Como usar

  1. Responda 14 perguntas sobre a empresa
  2. O sistema identifica sua fase e perfil
  3. Veja o radar com 14 dimensões
  4. Receba orientações para a transição
DIAGNÓSTICO Capítulo 4

Maturidade de Gestão

O nível de profissionalização da sua gestão

📜 Origem e História

Inspirado no framework McKinsey 7-S (desenvolvido por Tom Peters e Robert Waterman nos anos 1980) e nos modelos de Capability Maturity Model (CMM) do SEI/Carnegie Mellon (1991), o modelo de maturidade de gestão avalia o grau de profissionalização dos processos, estruturas e práticas de uma organização.

🎯 Para que serve

Medir o quanto a empresa está gerenciada de forma profissional e sistemática — com processos documentados, indicadores de desempenho, planejamento formal, gestão de pessoas estruturada e controles financeiros sólidos.

1

Inicial

Processos informais

2

Básico

Processos básicos

3

Intermediário

Processos definidos

4

Avançado

Processos medidos

5

Excelência

Melhoria contínua

6

Referência

Best-in-class

📋 Como usar

  1. Seu consultor aplica a avaliação
  2. Cada dimensão recebe uma nota de 1 a 6
  3. O sistema calcula o índice geral
  4. O SebastIAn gera um plano de evolução

📏 Dimensões avaliadas

  • • Estratégia e planejamento
  • • Gestão financeira
  • • Processos operacionais
  • • Gestão de pessoas
  • • Marketing e vendas
  • • Tecnologia e inovação
🏛️
DIAGNÓSTICO Capítulo 5

Diagnóstico de Governança

A saúde da sua estrutura de governança corporativa

📜 Origem e História

A Governança Corporativa como campo formal surgiu após os escândalos corporativos dos anos 1990-2000 (Enron, WorldCom). No Brasil, o IBGC — Instituto Brasileiro de Governança Corporativa — publicou em 1999 o primeiro Código Brasileiro das Melhores Práticas de Governança. Para empresas menores, o IBGC adaptou diretrizes específicas para empresas familiares e de capital fechado.

🎯 Para que serve

Avaliar o grau de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa da empresa — pilares fundamentais para atração de investidores, sucessão familiar e crescimento sustentável.

🏛️ 4 Pilares da Governança (IBGC)

🔍
Transparência: Informações abertas e honestas
⚖️
Equidade: Tratamento justo de todos
📊
Prestação de contas: Responsabilidade pelos atos
🌱
Responsabilidade: Impacto para todas as partes

💡 Indicado para

  • • Empresas familiares em processo de profissionalização
  • • Negócios que buscam investimento externo
  • • Organizações em planejamento de sucessão
🧭 Análises Estratégicas

Metodologias para analisar o ambiente interno e externo da empresa.

SebastIAn análises
🔭
DIAGNÓSTICO Capítulo 6 MÉTODO EXCLUSIVO FACILITA.ETC

OCF — Organizational Clarity Framework

Framework de Clareza Organizacional — método desenvolvido pela Facilita.etc

⚗️

Um método criado pela Facilita.etc

Diferente de todas as outras ferramentas deste manual — que têm origem em universidades, consultorias ou publicações internacionais — o OCF é um método original desenvolvido pela Facilita.etc, fundamentado em observação sistemática de organizações dos setores público, privado e social, e ancorado em literatura acadêmica de aprendizagem organizacional, cognição distribuída e sensemaking.

Fundamentos teóricos: Senge (1990), Argyris & Schön (1978), Weick (1995), Hutchins (1995), Edmondson (1999).

🧭 O que é o OCF

O Organizational Clarity Framework (OCF) é um instrumento diagnóstico que avalia a capacidade de uma organização de se enxergar, criar condições para o diálogo honesto, decidir com fundamento e agir de forma adaptativa.

📐 Os 4 Pilares do OCF

Pilares sequenciais — um não pode ser "saltado": déficit em Visão bloqueia Cultura; sem Cultura, Julgamento não flui; sem Julgamento, Movimento é frágil.

V

Vision — Visão

A organização consegue ver o que está acontecendo? Avalia fluxos de informação, clareza de indicadores, comunicação entre áreas e acesso a dados estratégicos.

C

Culture — Cultura

O que é visto pode ser dito? Avalia segurança psicológica, confiança, abertura à discordância, coerência entre valores declarados e praticados. Este pilar é o diferencial do OCF.

J

Judgment — Julgamento

A organização interpreta e decide coletivamente? Avalia clareza de papéis decisórios, uso de dados e evidências, autonomia distribuída e critérios explícitos.

M

Movement — Movimento

A organização age, aprende e recalibra? Avalia ciclos de revisão de resultados, incorporação de aprendizados, agilidade de ajuste e capacidade de distinguir o que funciona.

📊 O OCF Index

Cada pilar é avaliado por 8 itens em escala Likert (1-5), gerando um score de 0 a 100 por pilar e um OCF Index geral.

0 – 35

Crítico

Intervenção urgente

Reaplicar em 90 dias

36 – 59

Atenção

Lacunas significativas

Reaplicar em 6 meses

60 – 79

Saudável

Base sólida

Reaplicar em 12 meses

80 – 100

Referência

Potencial de benchmark

Reaplicar em 12 meses

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Inicie o diagnóstico OCF no menu Diagnósticos
  2. Defina os respondentes — liderança e equipe recebem links diferentes
  3. Liderança responde na voz institucional: "as pessoas têm..."
  4. Equipe responde na voz individual: "eu tenho..."
  5. O sistema calcula OCF Index, subíndices e mapa de divergência
  6. O SebastIAn gera análise completa com recomendações priorizadas

🔬 O instrumento

  • 32 itens — 8 por pilar
  • Escala Likert 1–5 em todos os itens
  • Dois questionários — mesmos construtos, vozes diferentes
  • ~10–12 minutos por respondente
  • Sem login necessário para respondentes

⚡ O diferencial central

O mapa de divergência entre liderança e equipe é o dado que nenhum SWOT, PESTEL, Greiner ou Canvas captura. Quando a diferença em um item é ≥ 1,5 pontos, o sistema sinaliza desconexão sistêmica — onde liderança e equipe vivem realidades diferentes sobre a mesma organização.

A primeira recomendação é sempre revelar e discutir a divergência antes de qualquer intervenção.

🔲
ANÁLISE Capítulo 7

Análise SWOT

Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças

📜 Origem e História

A SWOT foi desenvolvida por Albert Humphrey durante pesquisas na Universidade de Stanford nos anos 1960-70, utilizando dados das Fortune 500. O nome é acrônimo de Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats. É hoje a ferramenta de planejamento estratégico mais utilizada no mundo.

🎯 Para que serve

Fazer uma radiografia estratégica do negócio, identificando o que está sob controle da empresa (interno) e o que vem do ambiente (externo), para construir estratégias que potencializem os pontos positivos e mitiguem os negativos.

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Acesse Análises → SWOT
  2. Veja as sugestões do SebastIAn para cada quadrante
  3. Aceite, edite ou adicione seus próprios itens
  4. Submeta para análise cruzada da IA (matriz SO, ST, WO, WT)
  5. Receba recomendações estratégicas personalizadas

💪 FORÇAS

Vantagens internas que diferenciam sua empresa

⚠️ FRAQUEZAS

Aspectos internos que precisam de melhoria

🚀 OPORTUNIDADES

Tendências externas favoráveis ao negócio

🌩️ AMEAÇAS

Riscos externos que podem impactar negativamente

✨ Pré-preenchimento pelo SebastIAn

Ao iniciar uma nova análise SWOT, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

🌍
ANÁLISE Capítulo 8

Análise PESTEL

Mapeamento completo do macroambiente

📜 Origem e História

Derivada da análise PEST (Political, Economic, Social, Technological) criada por Francis Aguilar em seu livro "Scanning the Business Environment" (1967). As dimensões Ambiental e Legal foram adicionadas nos anos 1980-90 para formar a PESTEL, refletindo a crescente importância da sustentabilidade e regulação.

🎯 Para que serve

Escanear sistematicamente o macroambiente externo em 6 dimensões para identificar forças externas que podem criar oportunidades ou ameaças ao negócio — especialmente útil para expansão de mercado, entrada em novos segmentos e planejamento de longo prazo.

✨ Pré-preenchimento pelo SebastIAn

Ao iniciar uma nova análise PESTEL, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

P

Político

Regulações, estabilidade, políticas

E

Econômico

PIB, inflação, câmbio, crédito

S

Social

Demografia, cultura, tendências

T

Tecnológico

Inovação, automação, digital

E

Ambiental

Clima, sustentabilidade, ESG

L

Legal

Leis, normas, compliance

♟️
ANÁLISE Capítulo 9

5 Forças de Porter

Análise da atratividade e competitividade do setor

📜 Origem e História

Criado por Michael E. Porter, professor da Harvard Business School, e publicado no artigo "How Competitive Forces Shape Strategy" na HBR em 1979. É um dos frameworks mais citados na literatura de estratégia empresarial e amplamente usado por consultores ao redor do mundo.

🎯 Para que serve

Analisar a intensidade competitiva de um setor e sua lucratividade potencial, identificando as forças que moldam a concorrência e determinam como o valor é distribuído entre os players do mercado.

As 5 Forças

⚔️

Rivalidade entre concorrentes

Intensidade da competição direta

🆕

Ameaça de novos entrantes

Facilidade para novos players entrar

🔄

Ameaça de produtos substitutos

Alternativas que podem substituir seu produto

🛒

Poder de barganha dos fornecedores

Dependência e controle dos insumos

👥

Poder de barganha dos clientes

Pressão dos compradores sobre preços

Avaliação: Cada força é pontuada de 1 (baixa) a 5 (alta). O SebastIAn calcula o nível de atratividade do setor e sugere estratégias de posicionamento.

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar uma nova análise, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

💎
ANÁLISE Capítulo 10

Análise VRIO

Identifique suas vantagens competitivas sustentáveis

📜 Origem e História

Desenvolvida por Jay Barney em 1991, no artigo "Firm Resources and Sustained Competitive Advantage", publicado no Journal of Management. A VRIO é a principal ferramenta da Visão Baseada em Recursos (VBR/RBV), que defende que as vantagens competitivas vêm de dentro da empresa, não apenas do ambiente externo.

🎯 Para que serve

Avaliar cada recurso e capacidade da empresa segundo 4 critérios para identificar quais geram vantagem competitiva temporária ou sustentável — e quais são apenas paridade com o mercado.

V

Valioso?

O recurso permite explorar oportunidades ou neutralizar ameaças?

R

Raro?

Poucos concorrentes possuem este recurso?

I

Inimitável?

É custoso ou difícil de copiar ou substituir?

O

Organizado?

A empresa está organizada para capturar o valor?

Resultado: Recurso V+R+I+O = Vantagem Competitiva Sustentável. O Seb avalia cada ativo estratégico e indica o posicionamento competitivo.

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar uma nova análise VRIO, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

🚀
ANÁLISE Capítulo 11

Matriz Ansoff

As 4 estratégias de crescimento

📜 Origem e História

Criada por Igor Ansoff, matemático e estrategista russo-americano, publicada no artigo "Strategies for Diversification" na HBR em 1957. Ansoff é considerado o "pai da Gestão Estratégica". A matriz foi uma das primeiras ferramentas formais de estratégia empresarial e continua amplamente utilizada.

🎯 Para que serve

Orientar decisões de crescimento combinando duas dimensões — mercado (atual ou novo) e produto/serviço (atual ou novo) — resultando em 4 estratégias com diferentes níveis de risco.

Penetração de Mercado

Produto atual + Mercado atual

Menor risco

Desenvolvimento de Produto

Produto novo + Mercado atual

Risco médio

Desenvolvimento de Mercado

Produto atual + Mercado novo

Risco médio

Diversificação

Produto novo + Mercado novo

Maior risco

O SebastIAn analisa o contexto atual da empresa e sugere quais estratégias de crescimento são mais adequadas ao momento e capacidade do negócio.

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar uma nova Matriz de Ansoff, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

🔧 Ferramentas de Gestão

Ferramentas práticas para priorização, resolução de problemas e implementação.

Diferente dos Diagnósticos e Análises Estratégicas — que têm periodicidade sugerida (semestral ou anual) — as Ferramentas de Gestão não têm periodicidade fixa. Podem ser criadas e editadas a qualquer momento, quantas vezes forem necessárias, sem restrição de frequência.

🎯
FERRAMENTA Capítulo 12

Matriz GUT

Priorize problemas com critério e precisão

📜 Origem e História

A Matriz GUT foi desenvolvida por Charles H. Kepner e Benjamin B. Tregoe no livro "The Rational Manager" (1965). Ficou popular no Brasil especialmente na gestão da qualidade e no movimento de desenvolvimento gerencial dos anos 1990, sendo amplamente adotada pelo SEBRAE e consultorias nacionais.

🎯 Para que serve

Priorizar problemas, projetos ou oportunidades quando há múltiplos itens disputando atenção e recursos — usando critérios objetivos para determinar o que deve ser tratado primeiro.

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Liste os problemas ou projetos a priorizar
  2. Avalie cada item de 1 a 5 em G, U e T
  3. O sistema calcula o score GUT (G × U × T)
  4. Receba a lista priorizada e recomendações do Seb

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar uma nova Matriz GUT, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

G

Gravidade

Impacto se não resolver (1 a 5)

U

Urgência

Prazo para agir (1 a 5)

T

Tendência

Piora ou melhora com o tempo? (1 a 5)

Score = G × U × T

Máximo: 125 pontos. Quanto maior, mais prioritário.

⚠️
FERRAMENTA Capítulo 13

Registro de Riscos

Antecipe, avalie, monitore e aprenda com os riscos do negócio

📜 Origem e História

O FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) foi criado pela NASA e indústria aeroespacial americana nos anos 1950-60 para garantir confiabilidade de sistemas críticos. A metodologia foi adotada pela indústria automobilística (Ford, GM) e depois pela norma ISO 9001 para gestão da qualidade em empresas de todos os setores.

🎯 Para que serve

Identificar, avaliar e priorizar riscos ao negócio — operacionais, financeiros, estratégicos, regulatórios — e definir planos de mitigação para reduzir a probabilidade ou o impacto de cada risco.

🔢 Cálculo do Índice de Risco

Probabilidade (1-5)× P
Impacto (1-5)× I
Detectabilidade (1-5)× D
RPN (Risk Priority Number)P × I × D
O SebastIAn sugere riscos típicos do setor e porte da empresa, e indica ações de mitigação priorizadas por RPN.

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar um novo Registro de Riscos, o SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa.

🔴 Registro de Ocorrências — Quando o risco se materializa

Quando um risco mapeado de fato acontece, registre a ocorrência diretamente na matriz. O sistema armazena o histórico completo e usa esses dados para melhorar a gestão de riscos ao longo do tempo.

📋 Como registrar uma ocorrência

  1. Acesse Ferramentas → Matriz de Riscos no menu
  2. Localize o risco que se materializou
  3. Clique em "Registrar Ocorrência"
  4. Preencha: o que aconteceu, impacto real, tratamento, custo e lições aprendidas
  5. O sistema atualiza automaticamente a probabilidade observada
  6. Se a probabilidade real for maior que a estimada, o alerta "⚠️ Risco subestimado" aparece
📝

O que aconteceu

Descrição detalhada da ocorrência

💥

Impacto real

Classificação: insignificante, baixo, moderado, crítico ou catastrófico

🛠️

Tratamento

Como o risco foi contido e resolvido

💰

Custo estimado

Valor financeiro do impacto

📅

Datas

Quando ocorreu e quando foi resolvido

📚

Lições aprendidas

O que mudar para evitar recorrência

📊 Probabilidade Observada vs Estimada

Com base nas ocorrências registradas, o sistema calcula a probabilidade real (observada) de cada risco e compara com a probabilidade que foi estimada na matriz. Quando há divergência significativa, um alerta "⚠️ Risco subestimado" é exibido, indicando que o risco precisa ser reavaliado.

🤖 Sugestões Semanais do SebastIAn

Toda semana, o SebastIAn analisa sua matriz de riscos — considerando ocorrências recentes, planos de ação e o contexto organizacional — e sugere: novos riscos a considerar, ajustes de probabilidade/severidade e melhorias nos planos de mitigação.

🗂️
FERRAMENTA Capítulo 14

Business Model Canvas

Visualize e redesenhe seu modelo de negócio

📜 Origem e História

Desenvolvido por Alexander Osterwalder e Yves Pigneur no livro "Business Model Generation" (2010), resultado de uma pesquisa colaborativa com 470 profissionais de 45 países. O BMC se tornou uma das ferramentas de gestão mais populares do mundo, especialmente no ecossistema de inovação e startups.

🎯 Para que serve

Descrever, visualizar, avaliar e transformar o modelo de negócio de uma empresa em uma única página — facilitando a comunicação da estratégia e identificando pontos de inovação e melhoria.

📋 9 Blocos do BMC

Segmentos de Clientes

Para quem criamos valor?

Proposta de Valor

Que valor entregamos?

Canais

Como entregamos?

Relacionamento

Que tipo de relação?

Fontes de Receita

Como geramos receita?

Recursos-Chave

Que recursos precisamos?

Atividades-Chave

O que fazemos de mais importante?

Parcerias-Chave

Quem são nossos aliados?

Estrutura de Custos

Quais são os custos?

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar um novo Business Model Canvas, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.
🐟
FERRAMENTA Capítulo 15

Diagrama de Ishikawa

Espinha de peixe — análise de causas-raiz

📜 Origem e História

Criado pelo engenheiro químico japonês Kaoru Ishikawa em 1943 na Universidade de Tóquio, e amplamente popularizado nos círculos de qualidade da Kawasaki Steel nos anos 1960. Também chamado de "Diagrama de Causa e Efeito" ou "Espinha de Peixe", é uma das 7 Ferramentas da Qualidade do PDCA japonês.

🎯 Para que serve

Identificar e organizar as causas potenciais de um problema ou efeito indesejado, facilitando a análise estruturada para encontrar a causa-raiz real em vez de tratar apenas os sintomas.

6M — Categorias de Causas

M Método: Processos e procedimentos
M Máquina: Equipamentos e tecnologia
M Material: Insumos e matérias-primas
M Mão de obra: Pessoas e competências
M Meio ambiente: Ambiente físico e condições
M Medição: Dados e métricas
O Seb sugere causas típicas para o problema descrito, organizadas por categoria 6M, com base no setor e histórico da empresa.

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar um novo Diagrama de Ishikawa, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

📋
FERRAMENTA Capítulo 16

Plano 5W2H

Do planejamento à execução — com clareza e responsabilidade

📜 Origem e História

O método 5W2H tem raízes no jornalismo investigativo do século XIX, onde as 5 perguntas básicas (Who, What, Where, When, Why) eram usadas para estruturar notícias. A adição das 2H (How, How Much) veio do Taylorismo e da gestão científica, sendo formalizada na administração japonesa e americana a partir dos anos 1950.

🎯 Para que serve

Estruturar planos de ação de forma completa e sem ambiguidade — respondendo todas as perguntas fundamentais sobre uma ação: o quê, por quê, quem, onde, quando, como e quanto custa.

What?

O quê?

Que ação será realizada?

Why?

Por quê?

Qual a justificativa?

Who?

Quem?

Quem é responsável?

Where?

Onde?

Em que local?

When?

Quando?

Em que prazo?

How?

Como?

De que forma?

How Much?

Quanto custa?

Qual o orçamento?

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar um novo Plano 5W2H, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.
🔄
FERRAMENTA Capítulo 17

Ciclo PDCA

Melhoria contínua em 4 etapas

📜 Origem e História

Concebido por Walter A. Shewhart nos anos 1930 como ciclo de controle estatístico de qualidade, e popularizado mundialmente por W. Edwards Deming no Japão pós-guerra (anos 1950-60). O PDCA foi fundamental na reconstrução industrial japonesa e na criação do TQM (Total Quality Management). É hoje o modelo de melhoria mais conhecido do mundo.

🎯 Para que serve

Implementar uma cultura de melhoria contínua em qualquer processo, projeto ou problema — planejando uma mudança, executando, verificando os resultados e padronizando o que funcionou para iniciar um novo ciclo de melhoria.

P

Plan

Planejar

Defina objetivos, metas e o método para alcançá-los

D

Do

Fazer

Execute conforme o planejado, coletando dados

C

Check

Verificar

Compare os resultados com o planejado

A

Act

Agir

Padronize o que deu certo ou corrija o que falhou

O SebastIAn analisa cada fase do ciclo preenchida e gera recomendações específicas para o próximo ciclo PDCA.

✨ Pré-preenchimento: Ao iniciar um novo Ciclo PDCA, a SebastIAn preenche automaticamente os campos com sugestões baseadas no contexto da sua empresa. Revise, edite ou remova as sugestões conforme necessário antes de gerar a análise completa.

🎯 Planejamento Estratégico

A camada de execução estratégica — conectando visão, objetivos e indicadores.

SebastIAn BSC OKR KPI
🗺️
ESTRATÉGIA Capítulo 18

BSC — Balanced Scorecard

O mapa estratégico da sua organização

📜 Origem e História

Criado pelos professores de Harvard Robert Kaplan e David Norton, publicado no artigo "The Balanced Scorecard: Measures That Drive Performance" na HBR em 1992. O BSC surgiu da insatisfação com indicadores puramente financeiros — que olhavam apenas para o passado — e propôs uma visão multidimensional da estratégia. Tornou-se um dos frameworks de gestão mais adotados no mundo.

🎯 Para que serve

Traduzir a visão e estratégia da empresa em objetivos e indicadores mensuráveis em 4 perspectivas complementares, garantindo que a estratégia seja executada de forma balanceada — não apenas financeiramente.

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Acesse Estratégia → BSC
  2. Clique em "✨ Gerar com IA" para criar a estrutura completa
  3. Revise e ajuste perspectivas, objetivos e indicadores
  4. Registre medições mensais/trimestrais
  5. Acompanhe o semáforo de desempenho em tempo real
🔵

Financeiro

Resultados financeiros: faturamento, margem, EBITDA, ROI

🟢

Clientes

Satisfação, retenção, NPS, participação de mercado

🟡

Processos Internos

Eficiência, qualidade, produtividade, inovação

🟣

Aprendizado & Crescimento

Pessoas, cultura, TI, capacitação, clima organizacional

🚦 Semáforo de Desempenho

🟢 Dentro da meta 🟡 Em alerta 🔴 Abaixo da tolerância
🎯
ESTRATÉGIA Capítulo 19

OKR — Objetivos & Key Results

Foco, alinhamento e execução com clareza de resultados

📜 Origem e História

O método OKR foi criado por Andy Grove (CEO da Intel) nos anos 1970, inspirado no MBO (Management by Objectives) de Peter Drucker. John Doerr introduziu os OKRs no Google em 1999 — quando a empresa tinha apenas 40 funcionários — e desde então o método se espalhou globalmente, sendo adotado por Google, LinkedIn, Twitter, Spotify, Uber e centenas de empresas de todos os tamanhos.

🎯 Para que serve

Criar foco e alinhamento organizacional através de objetivos inspiradores com resultados-chave mensuráveis — conectando a estratégia de longo prazo com a execução trimestral ou anual.

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Acesse Estratégia → OKRs
  2. Clique em "✨ Gerar com IA" para criar OKRs baseados no perfil da empresa
  3. Defina datas e responsáveis para cada objetivo
  4. Adicione Key Results com meta inicial e final
  5. Lance atualizações de progresso inline
  6. Peça sugestões da IA para novos KRs

Estrutura do OKR

🎯 OBJETIVO

"Tornar-nos referência em atendimento ao cliente na nossa região"

Qualitativo, inspirador, com prazo

KR1

Aumentar NPS de 32 para 55 pontos

KR2

Reduzir tempo médio de resposta de 48h para 4h

KR3

Atingir 95% de resolução no primeiro contato

Níveis: Corporativo (empresa toda) · Área (departamento) · Individual
📊
ESTRATÉGIA Capítulo 20

KPIs Operacionais

Indicadores-chave de desempenho por área

📜 Origem e História

O conceito de KPI (Key Performance Indicator) evoluiu do controle de qualidade e gestão por objetivos dos anos 1950-60. Peter Drucker popularizou o princípio "What gets measured gets managed". Na era digital, os KPIs se tornaram ainda mais essenciais com a disponibilidade de dados em tempo real — permitindo gestão baseada em evidências em todos os níveis da organização.

🎯 Para que serve

Monitorar o desempenho operacional de cada área funcional da empresa através de indicadores mensuráveis com metas, alertas e tolerâncias definidos — criando um sistema de semáforo que permite identificar rapidamente onde a operação está sob controle ou precisando de atenção.

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Acesse Estratégia → KPIs
  2. Clique em "✨ Gerar com IA" — o Seb cria áreas e KPIs do seu setor
  3. Ajuste metas, alertas e tolerâncias para cada KPI
  4. Lance medições mensais pelo painel
  5. Acompanhe o semáforo por área
  6. Solicite análise do Seb por área a qualquer momento

🔢 Como definir metas de semáforo

Meta (Verde): Valor ideal que indica bom desempenho. Ex: NPS ≥ 70
Alerta (Amarelo): Quando precisa de atenção. Ex: NPS entre 50 e 70
Tolerância (Vermelho): Situação crítica. Ex: NPS abaixo de 50
Periodicidade: Configure cada KPI como diário, semanal, mensal, trimestral ou anual — o sistema controla o que está atrasado.

📈 Avaliação estatística automática

Cada medição lançada passa pelo KpiEvaluationJob — um avaliador estatístico que aplica três camadas em sequência:

  • Threshold (semáforo): verde / amarelo / vermelho conforme metas, alertas e tolerâncias definidos
  • Regra 3σ: aponta medições fora de ±3 desvios-padrão da média histórica como outliers
  • Mann-Kendall: identifica tendência monotônica (subida ou queda) estatisticamente significativa, mesmo quando todos os pontos estão dentro da tolerância

🚨 NC automática (ISO 9001 9.1.3)

Após 3 períodos vermelhos consecutivos no mesmo KPI, o sistema abre automaticamente uma Não-Conformidade com responsável, prazo e link para CAPA. Esse comportamento é o que fecha a exigência da ISO 9001 9.1.3 ("análise e avaliação") e dispensa controle manual em planilha paralela.

🌐
QUALIDADE Capítulo 21

Contexto da Organização

ISO 9001 4.1 — questões internas e externas que afetam o SGQ

🎯 Para que serve

Documentar o cenário em que sua organização opera: forças, fraquezas, oportunidades, ameaças, temas PESTEL e tendências relevantes. É o ponto de partida para qualquer decisão estratégica.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Contexto da Organização
  2. Descreva o propósito, escopo e questões internas/externas
  3. Use o botão "Popular com SWOT e PESTEL vigentes" — o sistema puxa os itens já cadastrados
  4. Revise, edite e salve — o Sebastian pode sugerir ajustes

💡 Dica

O contexto não é estático. Revise a cada ciclo de análise crítica (tipicamente 6-12 meses).

👥
QUALIDADE Capítulo 22

Partes Interessadas

ISO 9001 4.2 — mapa de stakeholders e seus requisitos

🎯 Para que serve

Registrar quem tem interesse na sua organização (clientes, colaboradores, fornecedores, órgãos reguladores, acionistas, comunidade), o que cada um espera e como você atende.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Partes Interessadas
  2. Cadastre cada parte: nome, categoria, requisitos, como atender
  3. Marque prioridade (alta/média/baixa) conforme relevância
  4. Relacione cada requisito a documentos, processos ou objetivos

🎯 Categorias típicas

Clientes, colaboradores, fornecedores, sócios, governo, comunidade, imprensa, concorrentes.

🔁
QUALIDADE Capítulo 23

Mapa de Processos

ISO 9001 4.4 — processos do SGQ e suas interações

🎯 Para que serve

Desenhar como a organização funciona ponta-a-ponta: quais são os processos principais (core), de apoio e de gestão, como se conectam, quem é dono de cada um e quais indicadores medem seu desempenho.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Mapa de Processos
  2. Cadastre cada processo com código automático (OPE-001, APO-001, GES-001)
  3. Defina entrada, saída, responsável e indicadores
  4. Registre as interações entre processos (saída do A vira entrada do B)
  5. Veja o mapa visual clicando em "Mapa"

📐 Tipos

Core: entregam valor ao cliente.
Apoio: suportam os core (RH, TI, compras).
Gestão: planejamento, análise crítica, melhoria.

🎯
QUALIDADE Capítulo 24

Objetivos da Qualidade

ISO 9001 6.2 — metas mensuráveis derivadas da política

🎯 Para que serve

Transformar a Política da Qualidade em metas concretas, com prazo, responsável e indicador. É o que diferencia um SGQ que funciona de um que é só burocracia.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Objetivos da Qualidade
  2. Crie um objetivo SMART (específico, mensurável, alcançável, relevante, temporal)
  3. Defina meta, prazo e responsável
  4. Marque status: em andamento, atingido, em risco
  5. Vincule a um KPI para acompanhar em tempo real

✅ Critérios SMART

Específico · Mensurável · Alcançável · Relevante · Temporal

📦
QUALIDADE Capítulo 25

Fornecedores

ISO 9001 8.4 — qualificação, avaliação e reavaliação

🎯 Para que serve

Controlar quem fornece para você. Fornecedor crítico ou comum? Qual sua performance? Quando reavaliar? Exigência forte em ISO 9001, ONA e saúde em geral.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Fornecedores
  2. Cadastre cada fornecedor com categoria (crítico, padrão, ocasional) e intervalo de reavaliação
  3. Registre avaliações periódicas com nota e observações
  4. Use "⬇ Template" e "⬆ Importar CSV" para cadastrar em lote
  5. Fornecedores com reavaliação vencida ficam destacados em vermelho

⚠️ Alertas

O sistema sinaliza fornecedores críticos vencidos e envia notificação.

📎
QUALIDADE Capítulo 26

Repositório de Evidências

ISO 9001 7.5.3 · ONA NG · Qmentum ROP — prova objetiva

🎯 Para que serve

Guardar todos os artefatos que provam que seu SGQ funciona: atestados, fotos, planilhas, certificados, atas. Organizado, com validade e responsável — pronto para auditoria.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Evidências
  2. Cadastre cada evidência com título, tipo, emissão, validade e responsável
  3. Opção A: anexe o arquivo (PDF/imagem)
  4. Opção B: vincule a um documento existente — sem duplicar upload
  5. Vincule a cláusulas de norma no Mapeamento Clausular

🔔 Validade

Evidências vencendo nos próximos 30 dias aparecem em amarelo. Vencidas em vermelho.

😊
QUALIDADE Capítulo 27

Pesquisas de Satisfação

ISO 9001 9.1.2 · ONA NG · ACSA ES 8 — voz do cliente

🎯 Para que serve

Medir o que seus clientes (ou pacientes, colaboradores, fornecedores) pensam. NPS (0-10), CSAT (1-5) e perguntas abertas. Campanhas tokenizadas com link público seguro.

📋 Como usar

  1. Abra Qualidade → Pesquisas de Satisfação
  2. Crie uma pesquisa com título, público e datas
  3. Adicione perguntas customizadas (texto, nota ou sim/não)
  4. Ative — o sistema gera um link público /s/:token
  5. Compartilhe o link por e-mail ou WhatsApp
  6. Acompanhe NPS e CSAT em tempo real no dashboard

🏅 NPS

Promotores (9-10) · Neutros (7-8) · Detratores (0-6). Score = %promotores − %detratores.

📄
OPERAÇÕES Capítulo 28

Controle de Documentos

Versionamento, aprovação e ciclo de vida de documentos críticos (ISO 9001 7.5)

🎯 Para que serve

Manter uma biblioteca única da verdade: procedimentos, políticas, manuais e instruções com versão vigente, histórico, responsáveis e datas de revisão. Acaba o "qual PDF é o atualizado?".

📋 Como usar

  1. Acesse Operações → Documentos
  2. Use a busca por título para encontrar documentos rapidamente
  3. Crie um documento novo OU importe PDF/DOCX existente (drag-and-drop)
  4. Na importação, escolha entre 📚 Repositório (já aprovado, vira vigente) ou 📝 Rascunho (precisa revisão)
  5. Benjamin distribui o conteúdo nas seções do template e quebra em seções editáveis — você regenera SÓ uma seção em vez do doc inteiro
  6. No rascunho, clique ✨ Preencher com Benjamin para a IA completar seções vazias
  7. Aprovação dispara: PDF oficial gerado automaticamente, avaliação Benjamin (nota 0-10), DocumentInsight, sugestões complementares
  8. Compare versões com diff semântico — versões idênticas pulam a IA (zero token)

⚙️ Integrações automáticas

  • Evidências vinculadas sem upload duplicado.
  • Cláusulas de norma apontam para documentos como prova.
  • Trilha de auditoria registra cada mudança.
  • PDF oficial gerado ao aprovar (rodapé com Autor/Revisor/Aprovador).
  • Renderização markdown completa no PDF: tabelas, listas, code blocks, blockquotes, headings.

🤖 Anti-alucinação

Benjamin é proibido por system prompt de inventar nomes de sistemas, contratos, pessoas, datas, valores e KPIs fictícios. Quando falta informação, escreve genericamente ou usa [a definir].

📚
OPERAÇÕES Capítulo 29

Normas & Mapeamento Clausular

Cobertura cláusula-a-cláusula de 46 normas: ISO 9001, 13485, 14001, 21001 (educação), 22000, 22301, 20000-1, 22716 (cosméticos), 26000 (RS), 27001, 27701, 29001, 31000, 37001, 37301, 39001 (segurança viária), 42001, 45001, 50001, ONA, ONA setoriais (Saúde Mental, Lab Clínico, Home Care, Atenção Domiciliar), ACSA, Qmentum, JCI, GRI Standards, SASB, TCFD, IFRS S1, IFRS S2, NR-1, LGPD, ANVISA RDC 36, ANVISA RDC 275, ANVISA RDC 658, HACCP, FSSC 22000, BRCGS Food, IFS Food, SQF Food, IATF 16949, AS 9100, AS 9110 (MRO), AS 9120 (distribuição aeroespacial)

🎯 Para que serve

Saber, para cada cláusula de cada norma que seu cliente persegue, qual é o % de cobertura, quais evidências estão anexadas e o que falta. Gera um Dossiê de Acreditação em PDF pronto para auditoria.

📋 Como usar

  1. Peça à equipe facilita.ia para liberar a norma desejada no seu cliente
  2. Abra Operações → Normas & Cláusulas
  3. Navegue pela árvore (ex: 7 → 7.5 → 7.5.3)
  4. Anexe evidências a cada cláusula folha
  5. Clique em "Recalcular" para atualizar o score
  6. Baixe o Dossiê PDF em auditorias externas

🏅 Níveis progressivos

Algumas normas (ONA, ACSA, Qmentum) têm níveis: ao atingir "Excelência (pos 3)", os níveis anteriores ficam automaticamente marcados como conquistados.

📚 Normas disponíveis hoje

Código Norma Níveis Cláusulas
ISO 9001 Sistema de Gestão da Qualidade (ABNT/ISO) binária 87
ONA Acreditação Hospitalar — Manual OPSS (ONA) 3 62
ACSA Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucía (ACSA) 3 25
Qmentum Qmentum Global (Accreditation Canada / HSO) 5 30
NR-1 Disposições Gerais e GRO/PGR (MTE/Brasil) binária 26
LGPD Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) binária 48
ISO 45001 Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (ABNT/ISO) binária 43
ISO 27001 Sistema de Gestão de Segurança da Informação (ABNT/ISO) binária 40
ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental (ABNT/ISO) binária 36
JCI Joint Commission International (JCI/EUA — saúde) binária 25
RDC 36 Segurança do Paciente em Serviços de Saúde (ANVISA) binária 18
ISO 22301 Continuidade de Negócios (ABNT/ISO) binária 40
ISO 27701 Privacidade da Informação — PIMS (ABNT/ISO/IEC) binária 23
ISO 29001 SGQ Petróleo, Petroquímica e Gás Natural (ABNT/ISO) binária 43
ISO 37001 Sistema de Gestão Antissuborno (ABNT/ISO) binária 47
ISO 37301 Compliance Management (ABNT/ISO) binária 45
ISO 42001 Gestão de Inteligência Artificial — AIMS (ABNT/ISO/IEC) binária 47
ISO 20000-1 Gestão de Serviços de TI (ABNT/ISO/IEC) binária 62
HACCP Análise de Perigos e PCCs — Alimentos (Codex Alimentarius — FAO/OMS) binária 19
RDC 275 POPs e BPF para Indústria de Alimentos (ANVISA) binária 15
FSSC 22000 Food Safety System Certification v6 (GFSI / Foundation FSSC) binária 58
ISO 13485 SGQ para Dispositivos Médicos (ABNT/ISO) binária 87
ISO 22000 Sistema de Gestão de Segurança de Alimentos (ABNT/ISO) binária 55
ISO 50001 Sistema de Gestão de Energia (ABNT/ISO) binária 38
ISO 31000 Gestão de Riscos — Diretrizes (não certificável) (ABNT/ISO) framework 36
BRCGS Food Global Standard for Food Safety Issue 9 (GFSI / BRC Global Standards UK) binária 62
IFS Food International Featured Standards Food v8 (GFSI / IFS Management — DE/FR) binária 61
SQF Food Safe Quality Food Code v9 (Manufacturing) (GFSI / SQFI — EUA) binária 56
IATF 16949 SGQ para a Indústria Automotiva (IATF — Tier 1/2/3) binária 131
RDC 658 BPF de Medicamentos (ANVISA — substitui RDC 17/2010) binária 58
AS 9100 SGQ para Aviação, Espacial e Defesa (IAQG / SAE / ASD / SJAC) binária 70
SASB Sustainability Accounting Standards (industry-based) (IFRS Foundation / SASB Standards Board) framework 22
TCFD Climate-related Financial Disclosures (Financial Stability Board (absorvido pelo ISSB)) framework 17
IFRS S1 General Requirements for Sustainability Disclosures (IFRS Foundation / ISSB — CVM 193/2023) binária 28
IFRS S2 Climate-related Disclosures (IFRS Foundation / ISSB — CVM 193/2023) binária 22

46 normas · 1.685+ cláusulas · 408 mapeamentos — incluindo 4 ONA setoriais (Saúde Mental, Lab, Home Care, Atenção Domiciliar), 7 normas adicionadas em maio/2026 (ISO 22716, 21001, 39001, 26000, GRI, AS 9110, AS 9120) e 4 frameworks ESG ISSB adicionados em maio/2026 (SASB, TCFD, IFRS S1, IFRS S2 — atende CVM 193/2023 vigente a partir de 2026). Outras normas podem ser adicionadas sob demanda.

🏷️ Selos por norma nos headers

Quando o cliente adota uma norma, os módulos diretamente exigidos por ela passam a exibir um selo discreto no header — ex.: ISO 9001 em "Mapa de Processos", ONA NG em "Eventos Adversos". Ajuda a equipe a entender qual exigência regulatória cada tela atende, sem precisar consultar a matriz.

📈 Níveis progressivos por norma

Acreditações de saúde têm níveis. O sistema acompanha cada nível com cobertura clausular independente, e ao atingir o nível superior, os anteriores ficam automaticamente conquistados.

  • ONA — 3 níveis: Acreditado · Pleno · Excelência (com Nova Geração desde 2022)
  • ACSA — 3 níveis: Avanzado · Óptimo · Excelente
  • Qmentum Global — 5 níveis: Bronze · Silver · Gold · Platinum · Diamond
  • ISO (9001, 13485, 14001, 45001…) — binária: certificado ou não. A jornada acompanha implementação, não níveis.

O painel de Saúde da Acreditação mostra a posição atual do cliente em cada norma e sinaliza o gap até o próximo nível.

🤖 Benjamin sugere artefatos por cláusula

Cada cláusula auditável traz um bloco "Benjamin sugere preencher" com 3 a 5 cards de artefatos prontos pra cumprir o requisito — política, procedimento, KPI, auditoria, plano 5W2H, processo de negócio etc. Não é texto-prosa pra você decifrar: é checklist clicável. 7.127 sugestões pré-mapeadas cobrindo as 1.595 cláusulas das 42 normas.

Abra qualquer cláusula em Operações → Normas & Cláusulas. Se ainda não há evidência anexada, os cards do Benjamin aparecem logo abaixo da descrição normativa. Cada card mostra o kind (📄 política, 📊 KPI, 🛠️ CAPA…), título sugerido e a justificativa de uma frase explicando como aquele artefato cobre a cláusula.

As sugestões foram geradas por IA cruzando o texto normativo com o catálogo de módulos do facilita.ia. Versionadas em YAML — toda nova norma adicionada ao sistema já entra com seus artefatos pré-mapeados.

🔍
OPERAÇÕES Capítulo 30

Auditorias Internas

Programação, execução e follow-up de auditorias (ISO 9001 9.2)

🎯 Para que serve

Planejar o programa anual de auditorias internas, executar cada auditoria com escopo, achados (conformidades, OM, NCs), e fechar o ciclo via ações corretivas.

📋 Fluxo

  1. Crie um Programa anual com calendário
  2. Para cada auditoria: defina escopo (processos/áreas)
  3. Registre achados: conformidade, observação, OM ou NC
  4. Converta NCs em Não-Conformidades + CAPA com um clique
  5. Encerre a auditoria — lock automático impede alterações

🔗 Integrações

  • • NCs viram ações no CAPA — com responsável e prazo
  • • Achados alimentam a Análise Crítica pela Direção (9.3)
  • • Trilha de auditoria registra cada mudança
🧭
OPERAÇÕES Capítulo 31

Análise Crítica pela Direção

Reunião periódica de alta gestão (ISO 9001 9.3)

🎯 Para que serve

Fechar o loop do SGQ — revisar periodicamente resultados de KPIs, NCs, auditorias, satisfação e riscos, e tomar decisões documentadas que viram planos de ação.

📋 Fluxo

  1. Crie uma nova análise crítica com data e participantes
  2. Clique em "Re-coletar entradas" — o sistema busca KPIs vermelhos, NCs abertas, achados de auditoria, NPS, riscos altos
  3. O Benjamin gera um relatório consolidado com recomendações
  4. Registre decisões e converta cada uma em 5W2H
  5. Publique a ata em PDF como evidência da reunião

♻️ Ciclo fechado

Decisões da análise crítica voltam para o sistema como planos de ação (5W2H), gerando acompanhamento contínuo até a próxima reunião. Nenhuma decisão se perde.

🏅
OPERAÇÕES Capítulo 32

Acompanhamento de Certificações & Acreditações

Jornadas progressivas: de onde estou até a certificação — com timeline e checklist

🎯 Para que serve

Transforma o caminho até uma certificação (ISO 9001) ou acreditação (ONA, ACSA, Qmentum) em um roteiro visual com etapas, marcos e prazos. Você sabe em qual fase está, o que falta e o que os próximos níveis exigem.

📋 Como usar

  1. Abra Operações → Normas & Cláusulas
  2. Selecione a norma que está perseguindo
  3. Clique em "Jornada" para ver a timeline
  4. Acompanhe o checklist de cada etapa — marque o que já está feito
  5. Defina a data-alvo da auditoria externa
  6. O sistema recalcula a cobertura diariamente e sinaliza se a meta está em risco

📈 Níveis progressivos

Para normas com níveis (ONA tem 3, ACSA tem 3, Qmentum tem 5), a jornada avança automaticamente: ao atingir "Excelência", os níveis "Acreditado" e "Pleno" ficam marcados como conquistados sem precisar refazer o trabalho.

🧭 Fases típicas de uma jornada

  1. 1
    Diagnóstico inicial: mapear onde o cliente está em relação aos requisitos
  2. 2
    Planejamento: gaps transformados em 5W2H e responsáveis
  3. 3
    Implementação: documentos, processos, evidências anexadas
  4. 4
    Auditoria interna: validação antes da externa
  5. 5
    Auditoria externa: organismo certificador/acreditador
  6. Certificação/Acreditação: registro e ciclo de manutenção

🛟 Metas Internacionais de Segurança do Paciente

Para clientes do setor saúde, um módulo adicional acompanha as 6 Metas OMS/JCI (identificação correta, comunicação, medicação, cirurgia segura, higiene de mãos e quedas) — obrigatórias em ONA NG, ACSA e Qmentum.

🛡️ Protocolos OMS/JCI (Pilar B #11)

Checklists operacionais das 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente. Cada execução vira evidência auditável — não basta auto-avaliação mensal, JCI/ONA pedem checklist por cirurgia, por handoff, por admissão.

  • 8 protocolos canônicos seedados: Pulseira (M1), SBAR + Read-back (M2), 9 certos + Reconciliação (M3), Cirurgia Segura 3 Momentos OMS (M4), Higiene das Mãos 5 Momentos (M5, agregado), Avaliação Morse (M6)
  • Heatmap mensal de aderência com cores por target_adherence + tendência (↑→↓)
  • PDF imprimível de cada checklist para uso à beira-leito offline
  • 8 KPIs auto-calculados a cada novo registro (PSG-M1-ID até PSG-M6-MORSE)
  • Vínculo bidirecional com Eventos Adversos: 3+ EAs categoria fall em 30 dias → badge "⚠️ N EA" no Meta 6
  • Cross Intelligence: aderência mensal abaixo do alvo → input automático na Análise Crítica pela Direção

Visível para clientes do setor saúde ou que adotam ONA, ACSA, Qmentum ou JCI.

🚨 Eventos Adversos (Pilar B #10)

Notificação assistencial completa com escala NCC-MERP A–I. Eventos com dano (≥ E) abrem automaticamente uma Não-Conformidade vinculada — fluxo CAPA inicia sem clique extra. Sentinelas (G/H/I) entram como input automático da próxima Análise Crítica pela Direção.

  • Benjamin analisa cada evento e sugere causa-raiz (Ishikawa 6M) + ações preventivas
  • NOTIVISA pré-preenchido em PDF para protocolo no Sistema Sentinela ANVISA (RDC 36/2013)
  • KPIs assistenciais (IRAS, quedas com lesão, lesão por pressão) auto-incrementam por categoria
  • 3+ eventos da mesma categoria em 30 dias disparam CAPA sistêmica (Cross Intelligence)

Visível apenas para clientes do setor saúde ou que adotam ONA, ACSA, Qmentum ou JCI.

📊 Indicadores Assistenciais (Pilar B #12)

Catálogo de KPIs assistenciais semeados ao adotar ONA. Avaliados pelo KpiEvaluationJob (3σ + Mann-Kendall + threshold) — 3 períodos vermelhos abrem NC automática.

  • IRAS-TAXA — densidade de IRAS (‰ por 1000 paciente-dia)
  • QUEDAS-TAXA — quedas com lesão (‰ por 1000 paciente-dia)
  • LPP-INCID — incidência de Lesão por Pressão grau ≥ 2 (%)
  • EA-MED — eventos adversos medicamentosos NCC-MERP ≥ E
  • READM-30D — taxa de readmissão não planejada em 30 dias (%)
  • MORT-HOSP — mortalidade hospitalar global (%)
  • MRC-INCID — incidência de microrganismos resistentes a carbapenêmicos (‰)

Alertas alimentam o 15º elo de Cross Intelligence (goal_breach_to_review) e a Análise Crítica pela Direção.

🏢 Hierarquia Multi-Unidade (matriz + filiais)

Redes com várias unidades operam sob uma matriz que pode contratar e gerenciar filiais com CNPJ próprio. Cada filial tem plano e cobrança Asaas independentes; standards, documentos e auditorias permanecem escopados por CNPJ.

  • Switcher de unidade no header (visível só para usuários master da matriz) — alterna entre matriz e filiais sem logout
  • Acesso transparente: master da matriz tem read+write em todas as filiais (espelha client_owner)
  • Nova unidade via Sidebar → Organização → Unidades → "Nova unidade" — cadastra CNPJ, escolhe plano, gera 1ª fatura Asaas
  • Filial isolada continua possível: usuários vinculados diretamente à filial seguem com escopo restrito a ela

Profundidade atual: 1 nível (matriz → filiais). Sem netos.

🛟
OPERAÇÕES Capítulo 33

6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente

Padrão OMS/JCI — obrigatórias em ONA NG, ACSA, Qmentum e JCI

🎯 Para que serve

Operacionalizar as 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente da OMS: identificação correta, comunicação efetiva, medicamentos de alta vigilância, cirurgia segura, higiene das mãos e quedas. Cada meta tem checklist por execução (não auto-avaliação mensal) — é a prova objetiva que JCI/ONA exigem em auditoria.

📋 Como usar

  1. Cliente do setor saúde (ou que adota ONA/ACSA/Qmentum/JCI) recebe os 8 protocolos seedados ao ativar a norma
  2. Acesse Operações → Protocolos OMS/JCI
  3. Imprima o PDF de cada checklist para uso à beira-leito quando não houver internet
  4. Registre cada execução pelo portal ou pelo celular
  5. Acompanhe a aderência mensal no heatmap (cor por target_adherence + tendência ↑→↓)

🛟 As 6 Metas

  • Meta 1 — Identificação correta: protocolo Pulseira. Conferência de 2 identificadores antes de qualquer procedimento.
  • Meta 2 — Comunicação efetiva: protocolos SBAR e Read-back para handoff de pacientes e ordens verbais.
  • Meta 3 — Medicamentos de alta vigilância: 9 certos + reconciliação medicamentosa em admissão, transferência e alta.
  • Meta 4 — Cirurgia segura: Checklist Cirurgia Segura OMS — 3 Momentos (antes da indução, antes da incisão, antes da saída da sala).
  • Meta 5 — Higiene das mãos: 5 Momentos da OMS, com observação direta e agregação mensal.
  • Meta 6 — Quedas e LPP: avaliação de risco Morse, prescrição de precauções, monitoramento de eventos.

📊 KPIs auto-calculados

A cada execução, 8 KPIs assistenciais (PSG-M1-ID até PSG-M6-MORSE) são atualizados automaticamente. Quando a aderência mensal cai abaixo do alvo, o evento entra como input automático na próxima Análise Crítica pela Direção.

🔗 Cross Intelligence

3+ Eventos Adversos categoria "queda" em 30 dias → badge "⚠️ N EA" aparece na Meta 6, sinalizando que o protocolo de quedas precisa ser revisto. Mesmo padrão vale para medicação (M3) e cirurgia (M4).

Visível apenas para clientes do setor saúde ou que adotam ONA, ACSA, Qmentum ou JCI.

🎓
OPERAÇÕES Capítulo 34

PAT — Plano Anual de Treinamentos

Integração bilateral Facilita.IA ↔ Facilita.RH

🎯 Para que serve

O PAT (Plano Anual de Treinamentos) consolida tudo que sua equipe precisa aprender em um único calendário — treinamentos obrigatórios por norma (ISO 9001 7.2, ONA, NR-1), refresques periódicos e capacitações puxadas de Não-Conformidades, Eventos Adversos ou Análise Crítica. Quando o cliente também usa o Facilita.RH, a execução acontece lá e os comprovantes voltam automaticamente para cá como evidência.

📋 Como funciona

  1. Abra Operações → Treinamentos (PAT)
  2. O Benjamin propõe o calendário inicial baseado nas normas vigentes do cliente — você revisa, aprova ou ajusta
  3. Para cada treinamento: tema, público-alvo, carga horária, periodicidade e norma relacionada
  4. Cliente com Facilita.RH conectado: cada item do PAT vira convocação real no RH; conclusão e certificado voltam como evidência clausular automática
  5. Cliente sem RH integrado: marcação manual de execução, com upload de lista de presença e certificado
  6. Treinamentos vencidos disparam alerta no painel e na Análise Crítica pela Direção

🔁 Origens automáticas

O PAT não fica estático. Itens são propostos automaticamente quando:

  • Não-Conformidade aponta capacitação como ação corretiva — vira treinamento no PAT
  • Evento Adverso com causa-raiz "falha de conhecimento" — Benjamin sugere refresque
  • Nova norma adotada — treinamentos obrigatórios da norma entram no calendário automaticamente
  • Análise Crítica pela Direção — decisões que pedem capacitação geram itens 5W2H que se materializam no PAT

🔗 Como funciona a integração com Facilita.RH

Quando o cliente assina os dois produtos, o PAT publica os treinamentos via webhook no Facilita.RH; o RH conduz convocação, controle de presença e emissão de certificado; ao concluir, o RH devolve o certificado para o IA como evidência vinculada à cláusula da norma. Tudo automático — zero retrabalho.

📎 Evidência clausular

Cada execução com certificado é vinculada à cláusula apropriada (ISO 9001 7.2, ONA P1.4, NR-1 1.5.7) — o Dossiê de Acreditação puxa direto dali. Em auditoria externa, o auditor vê o certificado, o instrutor, a data e a lista de presença.

🛠️
OPERAÇÕES Capítulo 35

CAPA — Não-Conformidades e Ações Corretivas

ISO 9001 10.2 · ONA NG · ACSA ES 7 — desvio identificado → causa-raiz → plano de ação → verificação de eficácia

🎯 Para que serve

Tratar qualquer desvio do que estava planejado (reclamação, achado de auditoria, falha de processo, evento adverso) com método: registrar, investigar a causa-raiz, implementar ação corretiva, verificar se foi eficaz. Sem CAPA, problema vira recorrente.

🔄 Fluxo do ciclo CAPA

  1. Detecção — NC é registrada (origem: auditoria, reclamação, evento adverso ou desvio operacional)
  2. Investigação — Ishikawa (Espinha de Peixe) identifica causa-raiz; sem causa, a ação fica no sintoma
  3. Ação — 5W2H define o plano corretivo (o quê, quem, quando, como, custo)
  4. Verificação — após o prazo, registra se a ação foi eficaz (problema parou) ou ineficaz (NC reabre)
  5. Encerramento — eficaz fecha a NC; ineficaz dispara novo flow (sequence: 2, 3…)
💡 Dica: uma NC pode ter vários flows ao longo da vida — toda reabertura é um novo ciclo CAPA. O histórico fica preservado, e auditoria externa pode ver a evolução completa.
⚠️
OPERAÇÕES Capítulo 36

Eventos Adversos

RDC 36/2013 · ONA S2 · ACSA ES 8 · Qmentum ROP — notificação, classificação NCC-MERP e investigação

🎯 Para que serve

Registrar e investigar qualquer ocorrência indesejada na assistência ao paciente — quedas, erros de medicação, lesão por pressão, infecção, falha de comunicação. Sem registro, não há melhoria contínua nem prova objetiva pra auditoria externa.

🌡️ Classificação NCC-MERP (gravidade do dano)

Escala oficial do National Coordinating Council for Medication Error Reporting and Prevention, generalizada para qualquer evento adverso:

  • A–B: circunstância de risco ou erro que não atingiu o paciente (near miss)
  • C–D: erro atingiu o paciente sem causar dano ou requerendo monitoramento extra
  • E–F: dano temporário com intervenção necessária ou hospitalização prolongada
  • G–H–I: dano permanente, risco de vida ou óbito — investigação sentinela obrigatória

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Abra Operações → Eventos Adversos → Novo
  2. Preencha: data, local, categoria (queda, medicação, infecção, cirúrgico, equipamento…), classificação NCC-MERP e descrição
  3. Eventos ≥ E abrem automaticamente fluxo de investigação + NC + Ishikawa
  4. Vincule ao paciente, anexe documentos comprobatórios e registre a ação imediata
  5. Sentinelas (G/H/I) entram como input automático na próxima Análise Crítica pela Direção

Visível apenas para clientes do setor saúde (Hospital, Clínica/Ambulatório, UBS/UPA, Operadora de Saúde).

📅
OPERAÇÕES Capítulo 37

Cronograma Consolidado

Visão Gantt unificada de prazos, ações e marcos do seu Sistema de Gestão

🎯 Para que serve

Eliminar o ping-pong entre 8+ telas pra entender o que tem pra fazer nos próximos 90 dias. Tudo que tem data — 5W2H, auditoria, documento vencendo, plano de risco, OKR, evento adverso, CAPA, jornada — aparece numa única timeline.

🔗 10 origens agregadas

5W2H (marcos da data alvo), Tarefas de Jornada, CAPA (barra aberto → fechado), Auditorias, Documentos vigentes (effective_from → expires_at), Análise Crítica, Jornadas de Acreditação, Eventos Adversos (saúde), Planos de Risco, OKRs (start → end).

🎛️ Filtros disponíveis

  • Janela: próximos 30, 90 (padrão) ou 180 dias
  • Origens: toggle por tipo — esconde o que não te interessa naquele momento
  • Responsável: dropdown com nomes únicos do range
  • Agrupamento: 1 linha por item × 1 linha por origem (visão executiva)
💡 Read-only no Gantt: clique em qualquer barra abre direto na origem (edita lá, mantém audit log). O Cronograma é leitura — workflow e regras de negócio ficam no módulo de origem. Acesse em /portal/cronograma.
🧠
FERRAMENTA Capítulo 38

Inteligência Cruzada

Sebastian e Benjamin conectam dados de módulos diferentes e sugerem ações

🎯 Para que serve

Identificar conexões que humanos perdem: ameaça SWOT que precisa virar risco gerenciado, KPI vermelho que precisa virar 5W2H, treinamento próximo de auditoria que pode virar evidência, documento expirando sem revisão programada. Você aceita ou descarta — o sistema aprende com a decisão.

⚙️ Dois modos

Sugestões qualitativas (SWOT/PESTEL/KPI/RH → ação) passam pela IA com prompts cuidadosos. Sugestões temporais sobre o Cronograma rodam determinísticas (sem IA) — comparar 2 datas é cheap o suficiente pra rodar a cada page load e ser 100% explicável.

🔍 Exemplos de cruzamentos

🟡 SWOT → Riscos

Ameaças identificadas no SWOT viram itens estruturados na Matriz de Riscos com probabilidade × severidade.

🔴 KPI → CAPA

KPI em 2+ períodos vermelhos sem causa conhecida vira Não-Conformidade formal (CAPA dispara depois).

🌹 Eventos Adversos → CAPA sistêmica

3+ eventos da mesma categoria em 30 dias indicam padrão — não trata só o caso individual, abre CAPA pra revisar o protocolo.

🟢 Treinamento → Evidência (Cronograma)

5W2H de capacitação ≤ 30 dias antes de auditoria: antecipar pra lista de presença virar evidência clausular ISO 9001 · 7.2.

💡 Acesso: sugestões qualitativas em /portal/cross_suggestions (organizadas por assistente destino). Sugestões do Cronograma aparecem em card no topo de /portal/cronograma.
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ESG Sustentabilidade Completa

Add-on opcional que reúne os três pilares do reporting ESG moderno: Pegada de Carbono (E), Indicadores Sociais (S) e Anti-Greenwashing IFRS S1. Pronto para asseveração externa por firmas Big4 (ISAE 3000 / ISAE 3410).

Preço por slug — de R$ 800/mês (lab) a R$ 2.500/mês (insight). Contratável após assinatura, na página de upgrade.

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ESG · Pilar E Capítulo 39

Pegada de Carbono GHG (Escopo 1/2/3) + Meta SBTi

GHG Protocol Corporate Standard + ISO 14064-1, com fatores IPCC AR6 + MCTI/Sirene + ONS/SIN.

🎯 Para que serve

Inventariar e reportar emissões de gases de efeito estufa da sua organização nos três escopos (combustão direta, energia adquirida, cadeia de valor) — pré-requisito para qualquer claim de neutralidade de carbono ou meta climática alinhada à ciência.

O que está incluso

  • Inventário anual dos 3 escopos com dupla apresentação Escopo 2 (location/market-based)
  • Importação XLSX/CSV de faturas (energia, combustível, viagens) com template guiado
  • Meta SBTi com trajetória 1.5°C (-4.2%/a) ou bem abaixo de 2°C (-2.5%/a) e validação automática
  • PDF auditável com fórmula + fator + fonte oficial por linha (pronto p/ ISAE 3410)
  • API protegida por token para Big4 (KPMG/PWC/EY/Deloitte) baixarem o pacote completo

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Crie o inventário em /portal/ghg com período, perímetro e abordagem de consolidação
  2. Baixe o template XLSX e preencha consumos (combustão, eletricidade, viagens corporativas)
  3. Importe a planilha — o Calculator resolve o fator (MCTI > ONS > IPCC) e calcula tCO₂e automaticamente
  4. Feche o inventário (lock) — gera 3 declarações IFRS S2/GRI 305 automaticamente
  5. Defina sua meta SBTi e acompanhe o status: on track / off track / ahead
  6. Exporte o PDF auditável ou compartilhe o pacote ZIP com sua firma de asseguração

Visível em /portal/ghg quando o add-on ESG está ativo. Lembrete trimestral automático em jan/abr/jul/out.

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ESG · Pilar S Capítulo 40

Indicadores Sociais ESG (S)

Diversidade, equidade salarial, engajamento UWES-9, turnover, NR-7 e capacitação — mapeados em GRI 401/403/404/405.

🎯 Para que serve

Reportar o "S" do ESG com dados verificáveis: composição demográfica da liderança, gap salarial de gênero, engajamento medido por instrumento validado (UWES-9), segurança ocupacional (LTIFR/NR-7) e cobertura de treinamentos.

Duas formas de alimentar

  • Sincronizado do facilita.rh: se você usa o facilita.rh, os dados chegam automaticamente todo mês (cron dia 5 às 4h + webhook em tempo real)
  • Lançamento manual via XLSX/CSV: fallback universal para quem não tem facilita.rh — baixe o template, preencha mensalmente e faça upload

Selo de origem por métrica

Cada card do dashboard mostra de onde veio o dado: 🟢 via RH · 🟡 manual · ⚪ sem dado. Snapshots híbridos (alguns campos do RH, outros manuais) são totalmente suportados.

Visível em /portal/esg/social com tendência de 12 meses. Lançamento manual em /portal/esg/social/manual.

📋
ESG · Anti-Greenwashing Capítulo 41

Declarações IFRS S1 / GRI 1 — Anti-Greenwashing

Cada métrica reportada com valor + método de cálculo + escopo + limitações + fonte primária — selo de Pronto para asseguração ISAE 3000.

🎯 Para que serve

Estruturar suas divulgações ESG de forma que cada número publicado tenha rastreabilidade completa: como foi calculado, qual perímetro cobriu, quais limitações existem e qual a fonte primária do dado. Pré-requisito de qualquer asseveração externa séria.

Workflow de maturidade

  • Rascunho: redação inicial pelo responsável
  • Completa: todos os campos qualitativos revisados
  • Pronta para asseveração: imutável, anexada ao processo ISAE 3000
Cross-walk automático: quando você fecha um inventário GHG ou um snapshot Social, declarações são geradas automaticamente cobrindo as cláusulas relevantes (IFRS S2 §29.a, GRI 305-1/2/3, GRI 401, GRI 405).

Visível em /portal/esg/declarations. PaperTrail registra todas as versões para auditoria.

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Competência · ISO 9001 7.2 Capítulo 42

Matriz de Competência (7.2)

Evidência de capacidade real por função crítica, não só "fez o treinamento"

🎯 Para que serve

A cláusula 7.2 da ISO 9001 exige três coisas: determinar a competência necessária por função, garantir que as pessoas sejam competentes e RETER evidência de capacidade (não só certificado de presença em curso). O módulo monta uma matriz enxuta cargo x competência, registra a evidência de capacidade vigente de cada pessoa e detecta lacunas automaticamente, fechando a 7.2 sem planilhas paralelas e sem depender do Facilita.RH.

📋 Como usar no facilita.ia

  1. Cadastre os cargos (marque os críticos) e o catálogo de competências exigidas.
  2. Defina a matriz: para cada cargo, quais competências são obrigatórias e a validade (em meses) de cada uma.
  3. Cadastre as pessoas e seus registros de competência (validado em, vence em, método: observação no posto, exame ou manual, com certificado anexo).
  4. O sistema semeia automaticamente a evidência clausular 7.2 a partir da matriz e dos registros vigentes.
  5. Abra o painel para ver a cobertura e reavaliar a qualquer momento.
  6. Lacunas viram Não-Conformidade automaticamente, entrando no fluxo CAPA.

Painel de cobertura (por vaga crítica)

Vigente: pessoa em cargo crítico com evidência de capacidade válida.
Vencido: havia evidência, mas expirou; precisa revalidar.
Sem evidência: competência obrigatória sem nenhum registro.
Integração opcional com o Facilita.RH: quando conectado, as validações de competência chegam automaticamente (evento competency_validated) e os vencimentos disparam reavaliação (competency_expired). Sem o RH, tudo funciona com cadastro manual.

Lacuna → CAPA automático

Cada competência obrigatória sem evidência vigente em cargo crítico abre uma NC competency_gap (origem interna, severidade maior), idempotente: a reavaliação não duplica NC nem reabre o que já foi fechado. Assim o auditor vê não só a lacuna, mas o plano de ação para corrigi-la.

Visível em Operações › Matriz de Competência (painel admin por cliente). A cláusula 7.2 no mapa de normas fica verde quando há matriz definida + evidência de capacidade vigente.

Como o SebastIAn conecta tudo isso

O SebastIAn não é apenas uma ferramenta de análise isolada. Ele tem uma visão completa da sua empresa — e quanto mais você usa o facilita.ia, mais personalizado e preciso ele fica.

🩺 → 🧭

Diagnóstico alimenta análises

O perfil do diagnóstico inicial enriquece SWOT, PESTEL, Porter e VRIO

🧭 → 🔧

Análises alimentam ferramentas

Os achados da SWOT e PESTEL orientam o GUT, riscos e PDCA

🔧 → 🎯

Ferramentas alimentam estratégia

O 5W2H e PDCA se conectam com OKRs e KPIs

🎯 → 🩺

Estratégia gera novos diagnósticos

O desempenho dos KPIs orienta novos ciclos de diagnóstico

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